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domingo, 7 de junho de 2020

Moro condenou Lula com provas falsas, diz laudo



O advogado Tácla Duran sempre afirmou que os sistemas usados pela operação lava-jato foram adulterados e que nunca teve o nome do ex-presidente nas planilhas ou sistemas ligados a empresa, mesmo com laudo em mãos Sergio Moro condenou Lula com provas falsas.



Alguns dados usados pela operação não foram acessados conforme foi noticiado pelo jornal o globo, segundo o jornal os peritos criminais da PF estão quebrando a cabeça e tentando desenvolver uma interface paralela para ter acesso integral ao sistema My Web Day, que registrava pagamento de propinas da empresa.

FOTO RETIRADA DO JORNAL O GLOBO.
Em 23 de fevereiro de 2018 quase um mês depois do julgamento de Lula no TRF-4 um laudo da Polícia Federal foi divulgado pela Folha de São Paulo, o laudo indicou que houve destruição de dados em sistemas da Odebrecht. Peritos da PF analisaram os sistemas Drousys e MyWebDay a pedido do juiz Sergio Moro. 


A destruição dos dados, segundo o laudo, ocorreu em 22 de junho de 2015, três dias após a prisão de Marcelo Odebrecht na 14ª fase da Lava Jato.

Os peritos relatam que foi utilizado um comando cuja principal função é sobrescrever arquivos com dados aleatórios, destruindo o conteúdo original.



O documento foi anexado aos autos do processo em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é acusado de ter favorecido a empreiteira em troca de favores como a compra de um terreno para o Instituto Lula.

A defesa de Lula solicitou que os peritos respondessem se há lançamentos que permitam relacionar os valores dos imóveis indicados na denúncia a contratos firmados entre a empresa e a Petrobras, conforme acusa o Ministério Público.


Os peritos não conseguiram esclarecer o significado do código. Eles afirmam, ainda, que o material não permitiu identificar a obra específica dos recursos atribuídos ao codinome, que seria referente aos gastos com um imóvel, mas não poderiam atestar que seria destinado ao Instituto Lula.

IMAGENS RETIRADAS DO TWITTER DE TACLA DÚRAN


Sobre a autenticidade dos arquivos eletrônicos disponibilizados pela Odebrecht ao Ministério Público Federal, o laudo afirma que, dos 1.912.667 arquivos, apenas 842, ou 0,043%, apresentam não conformidade.

A defesa do ex-presidente Lula afirma que a perícia não estabeleceu qualquer vínculo entre contratos da Petrobras e os imóveis citados da denúncia e que não indicou pagamentos indevidos ao petista.

A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu que o juiz federal Sergio Moro considere imprestáveis os dados obtidos pela Operação Lava Jato ligados ao sistema de pagamento de propinas da Odebrecht, chamado "MyWebDay”.

IMAGENS RETIRADAS DO TWITTER DE TACLA DÚRAN


O pedido tem como base os laudos de três perícias contratadas pelos defensores do petista, que questionam a autenticidade dos documentos.



Revista Veja também noticiou que na avaliação dos principais auxiliares de Rogério Galloro, embora contenha dados relevantes, a maior parte dos depoimentos dos executivos da Odebrecht é repleta de informações inconsistentes, incompletas e, em alguns casos, falsas. 

Como é possível que um processo em que se usa provas forjadas, falsas e mentirosas possa ter seguido adiante sem que haja a anulação de uma condenação injusta? Infelizmente a resposta é simples, queriam prender Lula para que não fosse presidente, Lula é de fato um preso político.

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